A ARQUITETURA INCLUSIVA E A RELEVÂNCIA DO ESPORTE NA VIDA DAS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

Fabiano Battemarco da Silva Martins, Victor de Mourão Novaes, Mario Franklin de Lima Júnior

Resumo


A Norma Brasileira de Acessibilidade NBR9050 da ABNT2 define um ambiente acessível como “Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento que possa ser alcançado, acionado e vivenciado por qualquer pessoa, inclusive aquelas com movimentos reduzidos”, e sugere exemplos de fatores, entendidos como barreiras, que tornam um ambiente não acessível, tais como: ausência de banheiros adaptados; ausência de rampas de acesso; iluminação insuficiente; falta de manutenção de ruas e calçadas; desníveis nas portas maiores que 5 cm; portas e corredores estreitos (menores que 85 cm); maçanetas roliças ao invés do tipo alavanca; entre outras barreiras. Apesar da legislação e do conjunto de normas disponíveis, observa-se que o Brasil não atende às necessidades da acessibilidade de maneira ativa, tomando como exemplo o mal estado de conservação das calçadas, os buracos nas ruas e os desníveis nos acessos, fatores estes que limitam a livre circulação da pessoa usuária de cadeira de rodas. O esporte e o lazer começam a fazer parte do tratamento médico por serem fundamentais no processo de enfrentamento da “desvantagem” pelos deficientes físicos. O esporte tem um papel fundamental na reabilitação: complementa e amplia as alternativas; estimula e desenvolve os aspectos físicos, psicológicos e sociais e favorece a independência6. Além disso, o exercício físico tem sido relacionado com melhora da habilidade funcional e qualidade de vida em indivíduos cadeirantes7.


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